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2 In Vídeo

VOLTEI, BRASIL!

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Finalmente, dia 1º de dezembro de 2016, o hiato do canal acabou! Eu, Arthur e Babee ralamos como se não houvesse amanhã pra conseguir fazer acontecer. Foram muitos motivos que fizeram com que eu me afastasse e eu explico todos eles no vídeo, meio um geralzão pra vocês entenderem melhor. Mas agora voltei com tudo, quero muito que o canal cresça e continue me dando as alegrias que já me dá. Tenho conseguido tirar projetos do papel e tenho também experimentado alguns formatos bem diferentes, por isso é muito importante que vocês me falem nos comentários -aqui no blog ou mesmo no canal- o tipo de conteúdo que querem ver e se preferem de uma forma ou outra, porque né, eu tô experimentando e essa é a parte mais divertida hahaha. 

Por conta disso eu também queria falar que provavelmente os primeiros meses podem ficar um pouco desorganizados, porque eu, Babee e Arthur ainda estamos tentando encontrar essa sintonia pra poder subir o conteúdo direitinho pra vocês. E outra coisa que eu meio que deixo em aberto no vídeo mas foi a meta que estabeleci pra esse ano no canal é: Vão ter 3 vídeos por semana! Terças e Quintas às 21horas e Sábados às 11horas. O que vocês acham? 

Acho que é isso mores, todas as informações tão no vídeo! Espero muito o feedback de vocês <3

 

2 In Arte

TATTOO ARTIST: BEL QUINTÃO

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Todo mundo que frequenta esse bloguinho já deve saber que sou apaixonada por tatuagens! Pensando nisso, e também nas mulheres maravilhosas que exercem essa profissão, resolvi que todo mês vai ter um post indicando uma tatuadora musa das galáxias. Não poderia começar por outra pessoa que não fosse a BEL, que é a minha tatuadora real oficial dos últimos tempos (minhas últimas 3 tatuagens fiz com ela, daí cês já percebem o amor)! Nesses posts vão ter perguntas padrão pra todas as tatuadoras responderem e pra ficar mais fácil de identificar o trabalho delas!

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Como você definiria o seu estilo?
Atualmente o principal vem do blackwork e pontilhismo, mas ainda é algo em construção.
Tem muitas coisas que quero agregar que vem do tradicional, como as boldlines do oldschool, ou a fluidez de linhas do neotradicional.

Como você começou a tatuar?

Uhm, foi um pouco aleatório. Eu já trabalhava com ilustração, mas realmente não curtia. Daí um dia estava num bar com o John Dois, amigo meu e tatuador, quando meu namorado comentou que eu tinha vontade de aprender a tatuar – eu tinha dito isso muito vagamente uma vez.
O Dois super empolgou e botou fé de que ia rolar. Me chamou um dia no estúdio dele, emprestou tudo que dava pra emprestar, deu tudo que podia dar, comprei peles sintéticas e em resumo, treinei por uns seis meses até me sentir confortável em tatuar uma pele de verdade.

Qual tipo de tatuagem você mais gosta de fazer?
Essa é a pergunta bem complicada pra mim ultimamente. Estou prestes a tirar um mês de férias, com o intuito de descansar e também definir meu trabalho um pouco mais.
Vai ser um mês de muita produção e a ideia é chegar em janeiro com desenhos pra apresentar e que definam isso melhor. Se tem algo que sei que não pode faltar são as boldlines e finelines usadas juntas pra dar bastante contraste e as referências ao universo pop e animes (é bom se preparar pra uma chuva de anime <3)

Qual a tattoo mais marcante que você fez?
Acho que foi uma das minhas primeiras, não pelo trabalho em si – apesar de ainda gostar dele – mas pelo motivo.
Um amigo que não tinha nenhuma tatuagem, e nunca tinha demonstrado interesse em fazer, me mandou uma mensagem de que queria tatuar os dois antebraços comigo. Tinha um mês que eu tatuava, e a resposta foi um “não” bem direto (na verdade um “nem fudeno”).
Depois ele me explicou com calma que a Limonada, cachorrinha dele, tinha morrido e que ele queria fazer comigo porquê sabe o tanto que eu curto cachorros, entendo o que é ter um cachorro com uma doença tensa e tratar (eu tinha dois boxer em tratamento de leishmaniose na época), enfim, tinha que ser comigo.
A tatuagem é em um braço pra a Limonada, no outro pro Xampú, outro cachorrinho dele que também já morreu.
Foi a primeira vez que eu presenciei o quanto uma tatuagem pode deixar alguém grato e emocionalmente feliz. É bem legal.

Dicas pra quem não tem tatuagem mas tem vontade de ter
Não peça pra um tatuador de blackwork fazer aquarela, ou o de aquarela fazer realismo, ou o de realismo fazer oldschool e por aí vai, porquê ou não vai rolar, ou corre risco de você ter um trabalho ruim.
Conheça o trabalho do tatuador. Veja vários trabalhos dele e escolha alguém que tenha portfólio do que você procura.

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0 In Cinema e TV

A CHEGADA – DENIS VILLENEUVE

Segunda, eu e mais três amigos (beijos Tati, Frá e Arthur) fomos a pré-estreia do filme “Arrival” (ou A Chegada, em português), a convite da Laura da Espaço Z. Migos, cês me conhecem, cês sabem o tanto que eu gosto de cinema, então podem imaginar o quanto achei legal poder participar dessa sessão fechada pra imprensa. E ainda por cima dividir o momento com pessoas muito queridonas no meu coração. 

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Vamos lá tentar falar um pouquinho do filme pra vocês sem dar spoilers, o que talvez seja uma missão um tanto quanto impossível, mas o que importa é o empenho. Logo que Laura me convidou, o que me deixou mais empolgada é que era um filme do Denis Villeneuve. Até o ano passado, não tinha assistido nada dele, mas foi quando vi “Sicario” que a minha curiosidade pelo diretor aguçou. Lembro que pouco tempo depois estava eu lá fazendo maratona comendo pipoca. Então, fui procurar o trailer e vi que se tratava de uma ficção científica com alienígenas e confesso, rolou a famigerada brochada. Esse gênero não é dos que me chamam mais a atenção e, os filmes que costumo gostar que tão nessa categoria, acabam me atraindo pelos diálogos e pelas histórias paralelas – que já adianto, foi o que acontece em Arrival.

Logo nos primeiros minutos, nos deparamos com a protagonista, Louise Banks (interpretada pela Amy Adams), e sua filha Hannah interagindo. Em um esquema meio “Up – Altas Aventuras“a história da vida delas vai sendo contada desde a infância de Hannah, até a sua morte prematura ainda adolescente. E é só depois desse “pré” que o filme realmente começa. A Louise é uma linguista muito renomada e é recrutada pelos militares, que estão sob o comando do Coronel Weber, para se comunicar com os alienígenas e tentar descobrir qual é o objetivo deles aqui na Terra. Logo que ela chega no acampamento militar montado perto da nave, conhece o físico matemático Ian Donnelly, que irá comandar a equipe junto dela. Só que imaginem vocês que 12 naves pousam em 12 países diferentes e 12 líderes mundiais precisam entrar em acordo entre si. O diálogo nem sempre é pacífico e os personagens enfrentam o medo de uma terceira guerra mundial a todo tempo.

“If you could see your whole life laid out in front of you, would you change things?”

Mas apesar de toda essa tensão e das intrigas internacionais, depois do plot twist que acontece mais no final do filme, tive pra mim que o contexto alienígena era só um terreno criado para germinar uma história muito mais complexa e emocional. Uma história que na verdade é sobre reflexões e diálogos internos e sobre um amor tão profundo que por vezes não temos capacidade para entender as decisões que são tomadas em torno dele. A reflexão que o filme propõe é se seríamos capazes de roubar do outro e de nós mesmos esse tempo comum compartilhado aqui na Terra, se soubéssemos que um dia esse outro sentiria dor e nós sentiríamos sua perda. Os pensamentos que revirei por dias depois de assistir o filme de Villeneuve foram pontuais e recorrentes. Sabem quando temos aquela sensação de que experimentamos algo exatamente na hora que precisamos? Pois então, a reflexão veio em mim quase de uma forma avassaladora mas, pensando bem, acredito que viria para qualquer pessoa disposta a refletira-chegada-denis-villeneuve

12 In Crônicas

ONDE ESTAVA E PRA ONDE VOU

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Não sei dizer há quanto tempo realmente parei de escrever aqui no blog, até porque não é algo que tem muito a ver com datas específicas. É mais aquela sensação de satisfação plena que eu perdi no meio do caminho e não sei bem como ou onde começar a procura-la. Certa vez, não lembro se em um filme, série ou livro, vi um diálogo daqueles que ficam gravados na nossa cabeça sem nenhum motivo específico. Era um escritor divagando que, de certa forma, a gente não precisa de inspiração pra escrever, a gente só precisa sentar e escrever, todos os dias, exercitar a escrita. Lidar com as coisas que escrevemos e não gostamos, aprender com isso, melhorar e seguir em frente. Eventualmente as coisas vão voltar a fluir. Tenho quase certeza que foi em um livro, mas enfim, pouco importa.

Sei que quase paralelamente à sensação de me sentir sozinha escrevendo, surgiu o sentimento de companhia gravando vídeos no canal do youtube. Eu fiz várias novas amizades, dessas que a gente traz pro mundo offline mesmo e senti que ali era realmente uma plataforma que eu me identificava mais. Era mais social, mais interativa, menos fria. Enfim, por muito tempo não tinha nada que me deixasse mais feliz que o perrengue de gravar vídeos e virar a noite editando todos eles. Só que infelizmente, pra alguém com as minhas responsabilidades, não dá pra viver dos sonhos ou do lazer.

Além do meu trabalho burocrático, quadrado, de horário comercial (e de segunda a sexta),ainda tem a faculdade, os freelas como fotógrafa, a loja da mamãe aos domingos e as redes sociais de algumas marcas que eu gerencio. Eu me vi completamente atolada de afazeres e, pra quem se considerava uma super-heroína, fiquei cada vez mais limitada ao meu eterno cansaço, sono, desânimo e falta de tempo. Mas não é aquela falta de tempo que a gente romantiza. É a falta de tempo de quem se vê com 5 empregos, uma faculdade e duas filhas que moram no sul do país a R$1.500,00 de distância e algumas boas horas de viagem de você.

Tava meio desesperada, cansada, esgotada e vou ser muito honesta, não sei como eu ainda conseguia postar dois vídeos por semana sendo que eu gravava e editava tudo. E olha que ainda tinha post aqui no blog pelo menos uma vez por semana. Sei que simplesmente a Marina-máquina não aguentava mais e eu precisei parar de produzir todo o conteúdo online porque estava simplesmente com esgotamento mental. Recentemente, inclusive, deletei mais da metade das pessoas que eu seguia no instagram ou que tinha como amigos no Facebook. Principalmente se eu  sabia que eram pessoas que estavam ali porque acompanhavam o conteúdo do blog ou do canal. Fiquei tão mal de abandonar não só as pessoas que gostavam de assistir os vídeos, mas meu sonho de ser fotógrafa e trabalhar com o blog e o youtube que sai simplesmente deletando tudo que me lembrava disso. Foi a minha fase “Britney 2007“, e só agora consegui vir conversar com vocês sobre isso.

Sei que tirei essas prolongadas férias forçadas, mas eu jamais vou conseguir abandonar o blog e o canal. Não sou o tipo de pessoa que desiste dos sonhos, sou daquelas que faz o impossível pra eles acontecerem. Tenho conversado com algumas pessoas e estudado a melhor possibilidade de voltar com o blog e o canal sem morrer fazendo isso. Quero restruturar o formato e começar com ele rodando mais do jeitinho que eu quero, com os programinhas que eu quero e tudo mais certinho. Talvez demora um pouco, mas dessa vez não quero fazer nada com pressa. Bom, essa é uma quase volta. É o início dela. Mas é, definitivamente, a conversa que eu já devia ter tido com vocês há muito tempo. Tô chegando!

 

6 In Moda

Patch Fever

jeans+patches

Final de semana passado fui pra São Paulo passar um tempinho com minhas amigas e fotografar muito. Depois vou fazer um super post completão contando  tudo que fizemos e como foi, mas enquanto isso não acontece, queria contar sobre uma trend que eu tenho visto muito e tô adorando,  são os patches em jaquetas e calças jeans! Isso tem a ver com SP, porque Gigi maravilhosa passeou com uma jaqueta jeans cheia deles e claro, nos influenciou muuuito #todasquerem. Além dos patches, tem  muita gente que tem incorporado botons e pins nas jaquetas e mochilas. Tô achando o máximo essa vibe de 90’s are back e resolvi fazer um mural de inspiração e mostrar onde vocês podem comprar aqui no Brasil!

como+usar+patches+jeans

É super estiloso e o mais bacana é que tem aquela velha e boa pegada de você poder personalizar com os patches que mais tem a ver com você e com seu lifestyle! E aí pra finalizar algumas marcas que eu sei que vendem alguns modelos muito diferentes e bem legais: Ziovara | Coletivo Bendita | Objetiva Bordados

Me contem aqui nos comentários se conhecem outras lojas!